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Juvêncio Terra
Apresentação
Avaliação Institucional
Os instrumentos de avaliação institucional vêm sendo redimensionados no âmbito do Projeto Político Pedagógico ora em construção. Enquanto instituição integrante da rede de educação superior, no ano de 2005, a Faculdade Juvêncio Terra adotará os instrumentos do Sistema Nacional da Educação Superior (SINAES), instituído pela Lei n° 10.861, de 14 de abril de 2004 e regulamentado pela Portaria n° 2.051, de 09 de julho de 2004.

Esse sistema foi construído com a finalidade de analisar, oferecer subsídios, fazer recomendações, propor critérios e estratégias para reformulação de processos e políticas de avaliação da Educação Superior e elaborar a revisão crítica dos seus instrumentos, metodologias e critérios utilizados, abrangendo todas as instituições de educação superior, que foram inseridas neste contexto por meio do Decreto 5.225, de 1° de outubro de 2004.
O SINAES
O SINAES engloba três processos diferenciados de avaliação, a saber:
  • Avaliação das Instituições de Ensino Superior (AVALIES);
  • Avaliação dos Cursos de Graduação (ACG);
  • Avaliação do Desempenho dos Estudantes (ENADE).
Como parte de um mesmo sistema de avaliação, cada um desses processos será desenvolvido em situações e momentos distintos, fazendo uso de instrumentos próprios, mas articulados entre si. Eles abordarão dimensões e indicadores específicos, com o objetivo de identificar as potencialidades e insuficiências dos cursos de instituições, promovendo a melhoria da sua qualidade e relevância – e, por conseqüência, da formação dos estudantes – e, ainda, fornecendo à sociedade informações sobre a educação superior no país.
Auto-avaliação: O que é?
A auto-avaliação, assim, constitui um componente central que confere estrutura e coerência ao processo avaliativo que se desenvolve nas IES, integrando todos os demais componentes da avaliação institucional, entendendo-se auto-avaliação como um processo cíclico, criativo e renovador de análise e síntese das dimensões que definem a instituição. O seu caráter diagnóstico e formativo de auto-conhecimento deve permitir a reanálise das prioridades estabelecidas no Projeto Político Institucional e o engajamento da comunidade acadêmica na construção de novas alternativas e práticas.

A prática da auto-avaliação como processo permanente será instrumento de construção e/ou consolidação de uma cultura de avaliação da instituição, com a qual a comunidade interna se identifique e se comprometa. O seu caráter formativo deve permitir o aperfeiçoamento, tanto pessoal (dos docentes, discentes e técnico-administrativos) quanto institucional, pelo fato de colocar todos os atores em um processo de reflexão e autoconsciência, devendo inclusive inserir a participação da comunidade externa usuária.
Para que avaliar
Por último, os resultados da auto-avaliação serão submetidos ao olhar externo de especialistas de áreas/cursos, de planejamento e de gestão da educação superior, na perspectiva de uma avaliação externa das propostas e das práticas desenvolvidas. A avaliação externa é composta de duas etapas: a visita dos avaliadores à instituição e a elaboração de relatório de avaliação institucional.

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